segunda-feira, 16 de abril de 2012

Alzheimer não tem cura. Será?


9 fev Quando estudamos geografia na escola, aprendemos que os países mais desenvolvidos possuem sua população distribuída na forma de uma pirâmide cuja base (pessoas de até 19 anos) é menor do que o topo (idosos), tudo devido ao controle de natalidade e às boas condições de vida que, naturalmente, contribuem pra que as pessoas tenham menos filhos e vivam mais.
A pirâmide do Brasil era basicamente o contrário disso, com uma população predominantemente jovem. Porém, como o nosso país, voltando à geografia, passou a fazer parte do BRIC (grupo de países que mais tem se desenvolvido, formado por Brasil, Rússia, China e Índia), o desenvolvimento social tem contribuído para alterar nossa pirâmide etária e proporcionar uma melhor qualidade de vida à população que, conseqüentemente, vive mais.
Vivendo mais é que surgem alguns “problemas”. Não vamos falar de previdência, mas de doenças.
Alzheimer, mais especificamente.
Procure perguntar aos seus avós ou a qualquer outro idoso se esse nomezinho alemão era sequer conhecido “na época deles”. Certamente, vocês vão ouvir um “não”. E o motivo é simples: há algumas décadas, uma pessoa com essa demência era simplesmente vista como “louca” e internada num hospício ou algo do tipo. Simples.
Foi só depois de o tal pesquisador alemão Alzheimer descobrir o Alzheimer que passou a haver um maior esclarecimento social sobre o que era essa doença.
Hoje, ainda, sabe-se muito pouco sobre ela. Ou melhor dizendo, sabe-se muito sobre ela, mas não se tem a cura para ela.
Um idoso diagnosticado com Alzheimer hoje (e isso costuma demorar a acontecer, já que os lapsos de memória da fase inicial da doença são visto apenas como esquecimentos casuais) tem apenas tratados os sintomas da doença e não a sua causa. Basicamente, o idoso é tratado à base uma substância chamada rivastigmina, cuja função é potencializar a transmissão dos impulsos nervosos e auxiliar (um pouco) no déficit cognitivo do paciente.
Só uma observação: O medicamento que cumpre essa função de tratar o Alzheimer é bastante caro, custa uma média de R$300.
Entrando agora num lado mais pessoal do assunto, eu sempre acreditei muito em tratamentos fitoterápicos. Aliás, acredito piamente que a cura, o tratamento e a prevenção de todos os nossos males estão livres na natureza, só esperando serem descobertos pela ciência.
Com o Alzheimer não é diferente.
Recentemente, algumas pesquisas importantes de diferentes universidades comprovaram que alguns componentes naturais poderiam ter efeitos importantes sobre o mal de Alzheimer. São eles: canela, ômega 3, cúrcuma e chlorella.
O primeiro, canela, por ser antiinflamatório, é capaz de inibir e dissolver os conglomerados de proteínas beta-amilóides que são as responsáveis por “tomar” o cérebro e causar o Alzheimer.
O segundo componente natural é o ômega 3, um tipo de óleo encontrado principalmente em peixes. Os pesquisadores, fazendo testes em ratos afetados pela doença, descobriram que o ômega também conseguiu reduzir as placas de proteínas amilóides cerebrais, fazendo com que a doença “estacionasse” e o idoso tivesse suas funções cognitivas preservadas.
A terceira substância é a Cúrcuma, atual queridinha dos pesquisadores que buscam a cura para o Alzheimer. Esse elemento pode ser encontrado no Curry, aquele tempero amarelo tão famoso entre os orientais. Basicamente, a cúrcuma tem um efeito neuroprotetor, protegendo as células dos radicais livres e ainda eliminando estruturas ligadas às doenças neurodegenerativas.
A quarta e última aliada natural dos pacientes com Alzheimer é a Chlorella, planta capaz de fazer uma verdadeira “varredura” no nosso organismo, eliminando os metais tóxicos que adquirimos por meio da alimentação ao longo da vida. A Chrorella, segundo pesquisas, seria capaz de fazer uma “terapia de quelação”, aumentando a atividade cerebral e auxiliando no tratamento de demências.
Basicamente, são essas as quatro substâncias que mais prometem benefícios reais aos idosos diagnosticados com Alzheimer.
É bom lembrar que todas as pesquisas relacionadas a essas substâncias ainda estão em andamento, não há nada conclusivo. Porém, enquanto as novas descobertas não vêm, por que não lançar mão de elementos naturais no seu dia-a-dia ou no dia-a-dia daquele idoso que você conhece e cuja memória já não anda tão boa? Se o efeito não for o desejado, mal também não vai fazer.

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Um verso pode virar uma poesia e uma poesia pode virar uma viagem (publieditorial)


Por Alexandre Inagakisegunda-feira, 09 de abril de 2012
Há tempos não uso lápis ou caneta para escrever. Nem os versos que eu costumava cometer nos tempos em que estudava Letras na USP, tampouco listas de compras de supermercado, folhas de cheque, receitas de bolo, manuscritos quaisquer. De tão habituado a só digitar textos, minha caligrafia piora cada vez mais, se equiparando aos garranchos hieroglíficos de médicos apressados. E, na última vez em que fui reconhecer minha firma nm cartório, tive que abrir uma nova, porque minha assinatura não batia com a anterior. Males da vida digital.
Tenho guardadas em casa dezenas de folhas de caderno e papéis sulfite com manuscritos da època em que usava canetas para rebobinar fitas cassete e rascunhar versos e contos. Alguns desses textos foram remixados e remasterizados, e tornaram-se posts e artigos. Outros permanecerão guardados no fundo da gaveta, e só não viram material de reciclagem porque ainda teimo em arquivar certos testemunhos de um passado cada vez mais desfocado.
Mas, assim como arqueólogos volta e meia encontram algum fóssil interessante em escavações, outro dia achei uma pérola inesperada fuçando esses meus papéis amarfanhados: uma brincadeira descompromissada que eu e alguns colegas de colegial fizemos, provavelmente no meio de alguma aula bocejante de química orgânica ou trigonometria. Cada um tinha exatas 5 linhas para iniciar um texto numa folha de papel almaço, e depois passava a vez para que o outro prosseguisse a história a partir daquele trecho. É até previsível que um texto desses, escrito por seis adolescentes desocupados, acabou repleto de piadas internas e referências pouco edificantes a professores e coleguinhas de classe. Mas me rendeu boas risadas oriundas da época em que eu era um cara com muito menos superego, escrevendo bobagens como se fosse um bêbado com dor de cotovelo tuitando freneticamente.

sexta-feira, 6 de abril de 2012

A burguesia empanturra-se!


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Por Ari de Oliveira Zenha
Na sociedade capitalista a classe detentora do poder econômico e político, a burguesia globalizada, empanturra-se no frenesi de sua existência sem nenhum sentido humano e engrandecedor para os homens.

"Sua obsessão pela acumulação, exploração e reprodução do capital e de poder, nacional e global, parece não ter fim"

Sua obsessão pela acumulação, exploração e reprodução do capital e de poder, nacional e global, parece não ter fim. Ela já está levando o mundo à beira de um abismo em todos os sentidos e limites que jamais os clássicos da economia política crítica puderam imaginar. Estamos participando deste descalabro aniquilante, desumanizador, alienante e desintegrador da sociedade globalizada.
Vestida, ou melhor, despida das suas vestes “deslumbrantes” e “encantadoras”, ela tenta realizar, e na grande maioria das vezes têm conseguido colocar todo o seu arsenal mesquinho e hipócrita de seu existir, como o único possível e alcançável por toda a sociedade.
O manto que a encobre é o mesmo que, às avessas, encobre bilhões de seres humanos na mais absoluta miséria e sofrimento.
Estrutura
É de se perguntar: será que o modo de exploração e de produção do capital que tem levado há séculos a humanidade a buscar uma existência digna, de uma sociedade solidária, harmônica e socialmente justa poderá passar a ser real tendo como sustentação – base – esta estrutura de produção? A realidade histórica e concreta nos tem mostrado que o capitalismo só conseguiu estabelecer uma relação econômica-social-política no mundo edificando um domínio em que o que prepondera é a injustiça, a exploração, a desumanização, a alienação do homem não só diante de si mesmo como em suas relações social, econômica e política.

"Devemos preservar a dignidade e a honradez do ser humano, mas despida da roupagem burguesa. Que a burguesia impõe seu modo de produção e vida é fato, mas também é fato que a sociedade civil cada vez mais o repudia como o único e possível"

As mansões cinematográficas, os carrões, os automóveis luxuosos o existir luxuriante, entediado, enfim, uma vida que não é aquela desejada por bilhões de seres humanos deste planeta, mas que a burguesia se entulha em seu insignificante modus de vida – a vida tecnológica, de marketing, de soluções e de possibilidades dentro do seu mundo alienador e alienante. Esse mundo “melhor” proposto por ela, só pode ser admissível nas recheadas carteiras da burguesia transnacional/nacional e no seu ideário de vida luxuriosa e insensata.
Novo Rumo
Devemos preservar a dignidade e a honradez do ser humano, mas despida da roupagem burguesa.
Que a burguesia impõe seu modo de produção e vida é fato, mas também é fato que a sociedade civil cada vez mais o repudia como o único e possível.
Temos alternativas, temos soluções que estão ao nosso alcance e que dependem do aprofundamento e ampliação das relações democráticas e da organização da sociedade civil para a superação deste modo de produção, que foi instituída histórica e concretamente e pode ser superado também historicamente pela sociedade consciente e organizada.

O BÓSON DE HIGGS SERÁ LOCALIZADO AINDA NESTE SEMESTRE

ATEUS EM FESTA, RELIGIÕES EM PÂNICO: O BÓSON DE HIGGS SERÁ LOCALIZADO AINDA NESTE SEMESTRE A caçada pela famosa “partícula de Deus”, como é conhecida entre os leigos, deu mais um passo para a conclusão. Cientistas americanos anunciaram evidências convincentes da existência do Bóson de Higgs.
A localização do Bóson de Higgs, teoricamente, a única matéria existente na criação do universo com o "big bang", irá provar que o mesmo não foi gerado por mirabolâncias mágicas de uma entidade mitológica, onipotente conhecida como "deus" e sim pela fissão nuclear uma simples partícula.
Os resultados do acelerador de partículas Tevatron, em Boston, mostraram que os pesquisadores encontraram “dicas” da existência do bóson de Higgs utilizando os dados colhidos por experimentos próprios.
Os dois laboratórios que são rivais encontraram grandes evidências e com bastante semelhança, mesmo utilizando métodos completamente diferentes para a busca do Higgs. Como os resultados se aproximam, existe uma onda tendenciosa de acreditar que a “partícula de Deus” realmente possa existir.
Mesmo quando os dois dados obtidos pelo Tevatron e pelo LHC são somados, o conjunto formado de evidências não são fortes o suficiente para que os físicos possam afirmar oficialmente a descoberta, e a grande maioria dos cientistas continuam céticos e afirmam que o bóson de Higgs não existe.
A famosa partícula seria a última peça que falta no quebra-cabeça do entendimento da formação do Universo. Segundo os teóricos, o bóson de Higgs seria uma partícula elementar surgida logo após o Big Bang. Segundo os físicos, ela representa a chave para explicar a origem da massa de outras partículas elementares, por isso existe um esforço mundial em provar sua existência.
Ao anunciar os últimos resultados em uma conferência na Itália, Jim Siegrist, porta-voz do Tevatron, disse: “O jogo final está se aproximando da busca pelo bóson de Higgs. Este é um marco importante para os experimentos do Tevatron e demonstra a importância contínua das medições independentes na busca de compreender os blocos de construção da natureza”.
Físicos do LHC no laboratório CERN, Suíça, esperam confirmar a existência da esperada “partícula de Deus” ainda no primeiro semestre de 2012. Talvez os dados encontrados pelo Tevatron possam reforçar a crença de que o LHC realmente tenha conseguido encontrar a tão esperada partícula.
Se eu acredito em Deus? Sim, acredito. Mas não no deus dos cristãos. Nem nos deuses dos muçulmanos, judeus ou indianos. Meu deus não é uma figura mitológica e patética de velho com barbas brancas. Muito menos um ridículo elefante cor-de-rosa com seis braços. O meu Deus é pura CIÊNCIA. Sua existência pode ser provada pela matemática, física, química e biologia.

Pequenas Igrejas, Grandes Negócios



Olá, leitores deste religioso blog.
Muitos de vocês devem estar acompanhando o arranca rabo envolvendo o Estelionatário Bispo Valdemiro Santiago, da Igreja Industrial do Poder de Deus e o Ladrão-Chefe Bispo Edir Macedo, da Igreja Industrial do Reino de Deus. Para quem não conferiu ou não está sabendo deste episódio digno do Programa do Ratinho, clica ACÁ.

Trocando em miúdos, é o cu sujo falando do cu cagado. Posso garantir que essa baixaria em nome de um Deus, nada mais é do que ganância por dinheiro. Fico triste, em tese, pelas almas abobalhadas e bestas que caem nas lábisas desses seres malditos dos infernos.

Qual é a diferença desses cidadãos para um bandido estelionatário? Deus. Sempre "Ele". Por causa "Dele", e por influencia maldita da "bancada religiosa e retógrada" no congresso que estelionatários cada vez mais se aproveitam de pessoas fracas emocional e psicologicamente.

Tudo o que este bandido faz, assim como o Edir Macedo fez no passado, pode muito bem configurar um crime que está previsto no Código Penal Brasileiro: Curandeirismo.

"Art. 284. Exercer o curandeirismo: I – prescrevendo, ministrando ou aplicando, habitualmente, qualquer substância; II – usando gestos, palavras ou qualquer outro meio; III – fazendo diagnósticos: Pena – detenção, de 6 (seis) meses a 2 (dois) anos. 
Parágrafo único. Se o crime é praticado mediante remuneração, o agente fica também sujeito a multa."

Ministério Público, onde estão vocês!? Quando vão começar a fazer o papel que o também bandido Edir Macedo está fazendo? Vão ficar só assistindo ao circo de horrores?

Comece a cobrar impostos dessa caralhada, Dilma! Duvido que com isso, fazendas de 15 Mil Hectares possam ser compradas por "falsos pastores".

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Paim critica perda de recursos da Previdência com plano de incentivo à indústria

Aposentados 5/4/2012 12:13:4 » Por Richard Casal

Senador desabafa na tribuna e fala a verdade sobre a desoneração

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O senador Paulo Paim (PT-RS) repetiu um alerta em relação à decisão do governo federal de desonerar a folha de pagamento de empresas de setores afetados pela crise econômica mundial. Ele citou artigo de sua autoria publicado no jornal Zero Hora, do Rio Grande do Sul, em que comenta esse aspecto do pacote de ações de incentivo à indústria nacional anunciado nesta semana pela presidente Dilma Rousseff.
No texto, Paim adverte o governo federal que a desoneração da folha de pagamento das empresas, com a retirada da contribuição patronal de 20%, substituída por alíquotas sobre o faturamento que podem chegar a zero, causará sérios problemas para a Previdência Social.
O senador criticou a medida por ser uma “via de mão única”, sem compensação dos recursos que deixarão de ser recolhidos pelo INSS – dinheiro que, no futuro, ajudaria a pagar as aposentadorias e pensões dos trabalhadores. Em sua avaliação, trabalhadores e aposentados é que pagarão a conta dos incentivos para neutralizar a crise financeira.
– Essa história de que a União vai cobrir o déficit é um filme que já assistimos por diversas vezes. É só lembrarmos que, com dinheiro da Previdência, construímos a Transamazônica, Volta Redonda, Brasília, nossa capital, entre outras obras majestosas. Até hoje, não houve a devolução de um centavo sequer deste dinheiro – criticou.
O senador concordou com sindicalistas e entidades trabalhistas que fizeram uma manifestação contra o pacote do governo em São Paulo. Para eles, as medidas de fortalecimento da indústria não deveriam passar pela retirada do dinheiro da Previdência do trabalhador, mas se basear na redução de impostos e na diminuição da taxa de juros.

terça-feira, 3 de abril de 2012

De olho no mundo -







Depois de o país descobrir que o senador Demóstenes Torres era apenas uma grande fraude, agora é o ator e deputado de ocasião Stepan Nercessian quem aparece na lista de pagamentos de Carlinhos Cachoeira. Apertado, disse que os R$ 175 mil recebidos do contraventor eram empréstimo pessoal para comprar um apartamento.
O ministro Ricardo Lewandowski, ágil na geração de dificuldades ao andamento do processo do mensalão dos petistas, agiu na velocidade de um raio ao solicitar investigação e quebra de sigilo bancário de Demóstenes Torres. Afinal, enquanto o senador ficar sangrando haverá refresco para escândalos oficiais como o da Casa da Moeda.
Tem muita gente trabalhando para Demóstenes furar a fila na passarela das safadezas de Pindorama. Uma tentativa canhestra de jogar todos os holofotes em cima do senador encrencadíssimo e criar para ele um rito sumário de expiação, de modo a empurrar o julgamento do mensalão petista para mais adiante.
Também há gente achando melhor pisar no freio das investigações das patifarias do senador goiano. Afinal, o governo petista do Distrito Federal, comandado pelo roleta-russa Agnelo Queiroz, tem ligações íntimas com a fauna de Carlinhos Cachoeira. E o governo federal prefere ver Demóstenes vagando pelo Senado a ter aberta uma temporada de caça às bruxas, de consequências imprevisíveis.
Já está escrito nas estrelas que a Copa de 2014 vai custar ao redor de R$ 70 bilhões. Não bastasse ser a mais cara de todos os tempos, essa montanha de dinheiro ultrapassa o custo das Copas de 2002 (Japão e Coreia do Sul), 2006 (Alemanha) e 2010 (África do Sul) juntas. Professores da Universidade Federal do Rio de Janeiro e da Universidade Federal Fluminense desenvolveram estudos que mapeiam o abismo: apenas o BNDES deverá desembolsar R$ 31,9 bilhões de dinheiro público nessa farra da bola, desrespeitando “uma série de princípios, como o da publicidade de suas contas, da economicidade e probidade no uso do recurso público”.
Teve início um movimento, muito bem recebido no Brasil, para que Franz Beckenbauer substituísse Jérôme Valcke como interlocutor da Fifa com nosso governo. Até Joseph Blatter vir à boca de cena e informar ao distinto público que Valcke segue firme na posição de sempre.
A última vítima das broncas monumentais de Dilma Rousseff foi o ministro Gilberto Carvalho, que não deverá permanecer muito tempo mais no cargo. Ele já comunicou sua intenção de sair a Lula da Silva, a quem “representa” no ambiente palaciano. A presidente também vinha desconfiando de que Carvalho era o responsável pelo vazamento à imprensa de assuntos tratados em reuniões reservadas. Até que passou a cortá-lo desses encontros e nada mais foi publicado indevidamente.
Os tucanos vivem mais um grande dilema político. Para afastar José Serra da campanha presidencial de 2014, há quem defenda prévias para escolher o candidato do partido até abril de 2013 – o que impediria Serra de qualquer movimento nesse outro tabuleiro. Porém, isso obrigaria o escolhido, possivelmente o senador Aécio Neves, a entrar em campanha muito cedo, inclusive começando a bater no governo.
Por razões que até Deus duvida, o deputado Tiririca, ao que parece, descobriu o que faz um deputado sem função: na maior galhofa, tem dado passes, ora como pastor, ora como pai de santo em eleitoras que o procuram no Congresso reclamando de encostos. O pior é pensar que tais baixarias são pagas com dinheiro público, outra palhaçada de péssimo gosto.
Já estão vigorando medidas mais duras para a entrada de espanhóis no Brasil, numa tentativa de estabelecer reciprocidade aos constantes maus-tratos que brasileiros enfrentam no aeroporto de Madri.
Houve quem prendesse a respiração depois que Fidel Castro perguntou a Bento 16 o que faz um papa. Afinal, como o velho Comandante ilhéu está desocupado...
Quem gosta de luxo não perde por esperar: a rede de hotéis Ritz-Carlton, uma das mais refinadas do mundo, fincou bandeira no Rio de Janeiro, precisamente na Barra da Tijuca. Pretende erguer ali um cinco estrelas com a tradição da marca – realmente de primeira linha.
O cineasta Walter Salles vai disputar a Palma de Ouro em Cannes, com seu novo filme On the road, baseado no livro mítico de Jack Kerouac, cuja produção é assinada por Francis Ford Coppola e Marin Karmitz.
Já Cecília Amado, acaba de ser premiada no Festival de Cinema de Punta del Este, com Capitães de areia. Foi escolhido o melhor filme pelo júri popular. E o avô, Jorge Amado Jorge, será tema de exposição no Museu da Língua Portuguesa, em Sampa, enfeitada por fitas do Senhor do Bonfim, cacau torrado e garrafas de dendê.